quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

A vez de Costinha.

Continua a novela das saídas relevantes em Alvalade. Agora foi o Costinha. Sou totalmente a favor da liberdade de expressão, especialmente daquela que é polémica e é relevante porque tem cojones. Mas não posso deixar de achar natural. Afinal de contas falamos de uma instituição que deve ter uma política própria e pessoas que se identificam e representam essa mesma política.

Não me vou pôr com bocas de ter sido do fêquêpê mas dizer-se sportinguista. Nem vou supor profissões não fiscalizadas da mãe dele, porque efectivamente não conheço a senhora. A carreira de um futebolista é o que é: uma carreira. Mas confesso que gostava que as coisas em Alvalade funcionassem assim: era despedido porque não serve, não porque se fartou e desabafou em público (sejamos honestos, ele sabia o que estava a fazer na entrevista à sportv; parece-me que sair já fazia parte dos seus planos. Costinha era o nosso director desportivo para o futebol. E o nosso futebol, desportivamente falando, é uma bela merda. Isso devia chegar. Mas não.

Sobre o nosso futuro a curto prazo, estaria preocupado se ainda houvesse referências. Mas o carriço e o patrício ainda são putos e o polga, apesar da experiência e dos anos de casa, é demasiado carneiro mal morto para ser referência. Já não temos grande coisa a perder porque, pronto, não temos grande coisa. Fico à espera para ver o que sai de Março. Vamos acreditar que na próxima época seremos um bocadinho menos irrelevantes do que isto. A minha actual esperança não dá para muito mais.

2 comentários:

Deus...anteriormente conhecido como... disse...

Desde que ganhem ao befiquê...

Barnaby disse...

Acho que eles também pensam o mesmo... e foi um dos males do clube.

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